Por um modo de esquecer, aleijar, denegrir a sua memória Anular sua vontade pela minha e fazer do seu erro a minha glória O álcool, minha fraqueza, me mostra o malefício da sua existência Não sei se virá impune Esmagarei meu punho contra a sua demência Sei que é preciso sofrer pra te odiar E sei, será preciso morrer pra te matar Do punho que se fecha contra aquele que duvida Eu sou a vontade de matar Contra você e contra todos que se entregam em desespero Eu quero meu desprezo atirar Meu sangue se enche de ódio Com a simples menção da sua presença Eu sou a violência em massa A violência reunida e não de graça Sei que é preciso sofrer pra te odiar E sei, será preciso morrer pra te matar Você espalha a sua podre sina Incontrolável maldição Morte certa aos padres e dogmas Violência é minha religião Do punho que se fecha contra aquele que duvida Eu sou a vontade de matar Contra você e contra todos que se entregam em desespero Eu quero meu desprezo atirar Meu sangue se enche de ódio Com a simples menção da sua presença Eu sou a violência em massa A violência reunida e a violência de graça Sei que é preciso sofrer pra te odiar E sei, será preciso morrer pra te matar Você espalha a sua podre sina Incontrolável maldição Morte certa aos padres e dogmas Violência é minha religião