Capitulo um lançado, de nome Arquivo Vi a Vida a duas cores, reflecti, pouco negativo Passado recordo, muita fita pensativa Que se cruzava em linhas de uma Vida intuitiva Quem errou, onde errei, eu cá estou Com toda a garra e humildade de aceitar como sou Quantas pessoas, quantas caras quantos abraços Quantos amigos perdi, quantas saudades de laços, Eu lavo a cara num capuz protector Sou adulto para perceber onde está a Luz e o Amor Reparto imagens com os meus sobre a minha rua A mesma calçada que de um Amor não se cansa As mesmas lojas, pessoas que cumprimentam Pessoas que desde puto lembro e me sustentam De coisas familiares que eu levo e conservo Para cada lado que vou e isso é Eterno Infinito viajo, sinto como um arrepio Numa chuva que conduzo com inspiração e brilho Retratos, como lágrimas viajo Sobre os trilhos que eu formo e reajo pensativo Uma côr, uma Vida, tentativa Perspectiva que me guia e ilumina São os laços que eu dou á coragem Para seguir em frente, vendo uma vantagem sempre a frente Em resumo, Laboratório Lá fora a chuva cai como tempo obrigatório Na inspiração, apaixonado pelo limite Que consumo diaramente, Espirito e Mente sublimes Vida chamo, pensamento porto, Transporto brilho notivago, tal como sou, desloco Imagens que me mantêm firme, Longe ou perto de sorriso que acções identifiquem Tempos foram tempos, sinto lamentação Por mais que digam, ajo sempre com boa intenção E elevo a Alma tão alta quanto a Lua Transpiro mistério num olhar profundo e Alma nua De maldade, quando não queria ser Magoado e o temperamento é quente, tento esquecer Com tudo que de bom me rodeia, sinto Sorte Vivemos como somos, recebe-mos sempre em troca Sinto Puro como sou, retratos Cinco faces Num brilho conservo, conservo todas as fases. Retratos, como lágrimas viajo Sobre os trilhos que eu formo e reajo pensativo Uma côr, uma Vida, tentativa Perspectiva que me guia e ilumina São os laços que eu dou á coragem Para seguir em frente, vendo uma vantagem sempre a frente